De acordo com a versão da esquerda brasileira, o que aconteceu no dia 31 de março de 1964 foi um Golpe de Estado militar com apoio da burguesia, contra os interesses dos trabalhadores, dos camponeses, dos pobres em geral e do Brasil. Para os esquerdistas, o Regime Militar não passou de uma reação à proposta das Reformas de Base, do Governo do presidente João Goulart, agora reinventado como político habilidoso que conseguira em 1961 a saída parlamentarista e, já em 1963, obtivera a vitória do presidencialismo por meio de plebiscito. A esquerda construiu a ideia de que lutava por democracia, e de que as guerrilhas só começaram depois do endurecimento do Regime.
Segundo a versão militarista, o que ocorreu em 31 de março de 1964 foi uma Revolução ou Contrarrevolução ante o iminente Golpe comunista a ser desferido por um fraco e influenciável João Goulart, que, desprovido de convicções próprias, era conduzido por figuras esquerdistas como seu irresponsável cunhado Leonel Brizola. Os adeptos dessa linha dizem que os esquerdistas não eram democratas; que Castello Branco assumiu para governar provisoriamente, até dezembro de 1966; que o povo apoiou a Revolução; que o endurecimento somente se deu depois de eventos como o atentado no Aeroporto de Guararapes, em Pernambuco, onde morreram um jornalista e um militar. O AI-5, de 13 de dezembro de 1968, teria sido uma resposta à violência terrorista do Partido Comunista Brasileiro (PCB), do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), da Ação Libertadora Nacional (ALN) - de Carlos Mariguella - e da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), de Carlos Lamarca, entre outros.
Não se costuma contar essa história cinquentenária sem paixões. Há, como alerta Rodrigo Constantino, um claro maniqueísmo. É necessário que estudemos 1964 com sinceridade e honestidade intelectual.
Por outro lado, sinto admitir que a Comissão Nacional da Verdade surgiu, não com o propósito de revelar fatos históricos, mas de reescrever o passado a partir de uma perspectiva unilateral, o que se percebe na maneira como são tratados os militares chamados a depor. Pergunto por que razão os ex-terroristas não são sequer considerados nessa condição, mas recebem bolsas e pensões do Estado como se fossem vítimas comuns.
Outros querem afastar a Lei da Anistia, de 1979, quando se sabe que ela foi, no dizer do ex-Ministro do STF Eros Grau, uma "lei-medida", necessária naquele momento difícil de transição democrática.
Assim, em vez de contar a história de forma realista, percebe-se uma atitude antijurídica e não científica.
Há, porém, exceções, como o excelente livro do historiador Marco Antonio Villa, Ditadura à brasileira.
O Brasil, cujo povo sequer conhece o que aconteceu nos últimos quinze anos - ou em quem votou na última eleição - não deve se dar ao luxo de se render a versões eivadas de intenções políticas para um capítulo tão importante de sua História.
Seja bem-vindo a este blog! Meu objetivo principal é depositar aqui reflexões bíblico-teológicas, com espaço também para poemas, crônicas e idéias sobre política, cultura e generalidades. E acredito que Fé e Razão não precisam viver em conflito.
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Gostaria de estabelecer contato com você. Talvez pensemos a respeito dos mesmos assuntos, e o diálogo é sempre bem-vindo e mais que necessário. Meu e-mail é alexesteves.rocha@gmail.com. Você poderá fazer sugestões de artigos, dar idéias para o formato do blog, tecer alguma crítica ou questionamento. Fique à vontade. Embora o blog seja uma coisa pessoal por natureza, gostaria de usar este espaço para conhecer um pouco de quem está do outro lado. Um abraço.
Para pensar:
Um dos terríveis problemas da Igreja evangélica brasileira é a falta de conhecimento da Bíblia como um sistema coerente de princípios, promessas e relatos que apontam para Cristo como Criador, Sustentador e Salvador. Em vez disso, prega-se um "jesus" diminuído, porque criado à imagem de seus idealizadores, e que faz uso de textos bíblicos isolados, como se fossem amuletos, peças mágicas a serem usadas ao bel-talante do indivíduo.
Quem sou eu
- Alex Esteves da Rocha Sousa
- Um cristão.
Bases de Fé
Creio:
Em um só Deus e na Trindade.
Na inspiração verbal da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé normativa para a vida e o caráter cristão.
Na concepção virginal de Jesus, em sua morte vicária e expiatória, em sua ressurreição corporal e sua ascensão aos céus.
Na pecaminosidade do homem, e que somente o arrependimento e a fé na obra expiatória e redentora de Jesus Cristo é que pode salvá-lo.
Na necessidade absoluta do novo nascimento pela fé em Cristo e pelo poder atuante do Espírito Santo e da Palavra de Deus, para tornar o homem digno do Reino dos Céus.
No perdão dos pecados, na salvação presente e perfeita e na eterna justificação da alma recebidos gratuitamente de Deus pela fé no sacrifício efetuado por Jesus Cristo em nosso favor.
No batismo bíblico em águas, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, conforme determinou o Senhor Jesus Cristo.
Na necessidade e na possibilidade que temos de viver vida santa mediante a obra expiatória e redentora de Jesus, através do poder do Espírito Santo.
No batismo bíblico no Espírito Santo que nos é dado por Deus mediante a intercessão de Cristo.
Na atualidade dos dons espirituais distribuídos pelo Espírito Santo à Igreja para sua edificação, conforme a sua soberana vontade.
Na Segunda Vinda de Cristo.
Que todos os cristãos comparecerão ante o Tribunal de Cristo.
No juízo vindouro que recompensará os fiéis e condenará os infiéis.
E na vida eterna para os fiéis e morte eterna para os infiéis.
Em um só Deus e na Trindade.
Na inspiração verbal da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé normativa para a vida e o caráter cristão.
Na concepção virginal de Jesus, em sua morte vicária e expiatória, em sua ressurreição corporal e sua ascensão aos céus.
Na pecaminosidade do homem, e que somente o arrependimento e a fé na obra expiatória e redentora de Jesus Cristo é que pode salvá-lo.
Na necessidade absoluta do novo nascimento pela fé em Cristo e pelo poder atuante do Espírito Santo e da Palavra de Deus, para tornar o homem digno do Reino dos Céus.
No perdão dos pecados, na salvação presente e perfeita e na eterna justificação da alma recebidos gratuitamente de Deus pela fé no sacrifício efetuado por Jesus Cristo em nosso favor.
No batismo bíblico em águas, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, conforme determinou o Senhor Jesus Cristo.
Na necessidade e na possibilidade que temos de viver vida santa mediante a obra expiatória e redentora de Jesus, através do poder do Espírito Santo.
No batismo bíblico no Espírito Santo que nos é dado por Deus mediante a intercessão de Cristo.
Na atualidade dos dons espirituais distribuídos pelo Espírito Santo à Igreja para sua edificação, conforme a sua soberana vontade.
Na Segunda Vinda de Cristo.
Que todos os cristãos comparecerão ante o Tribunal de Cristo.
No juízo vindouro que recompensará os fiéis e condenará os infiéis.
E na vida eterna para os fiéis e morte eterna para os infiéis.
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