segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

O caráter personalíssimo da vocação

"Cada um permaneça na vocação em que foi chamado" (I Co 7.20), disse o apóstolo Paulo. E repetiu: "Irmãos, cada um permaneça diante de Deus naquilo em que foi chamado" (I co 7.24). E mais: "Anda cada um segundo o Senhor lhe tem distribuído, cada um conforme Deus o tem chamado" (I Co 7.17).
O contexto são as admoestações de Paulo quanto ao casamento, sobre como devia proceder cada cristão em relação ao seu casamento ou condição de solteiro, dada a situação nova, de convertido a Cristo. Mas creio que o princípio pode ser aplicado à vocação divina de um modo geral: cada um de nós deve permanecer na vocação em que foi chamado.
Se seu chamamento despertou em você a vontade de ensinar a Palavra de Deus, por que não fazê-lo? Por que se comparar com os pregadores de multidões? Por que assumir cargos de governo da igreja, se você não se sentiu chamado a se envolver com isso? Por que dirigir uma congregação se o seu chamado é diverso? Que motivação percorre a sua mente?
Quais são as suas características? Quais são os seus talentos? Quais eram as suas preocupações quando do seu chamado? Por que se arriscar numa tarefa tão distante dos seus ideais? Vale a pena arcar com o custo de um trabalho mal feito e de uma frustração tão grande?

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Para pensar:

Um dos terríveis problemas da Igreja evangélica brasileira é a falta de conhecimento da Bíblia como um sistema coerente de princípios, promessas e relatos que apontam para Cristo como Criador, Sustentador e Salvador. Em vez disso, prega-se um "jesus" diminuído, porque criado à imagem de seus idealizadores, e que faz uso de textos bíblicos isolados, como se fossem amuletos, peças mágicas a serem usadas ao bel-talante do indivíduo.

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Bases de Fé

Creio:
Em um só Deus e na Trindade.
Na inspiração verbal da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé normativa para a vida e o caráter cristão.
Na concepção virginal de Jesus, em sua morte vicária e expiatória, em sua ressurreição corporal e sua ascensão aos céus.
Na pecaminosidade do homem, e que somente o arrependimento e a fé na obra expiatória e redentora de Jesus Cristo é que pode salvá-lo.
Na necessidade absoluta do novo nascimento pela fé em Cristo e pelo poder atuante do Espírito Santo e da Palavra de Deus, para tornar o homem digno do Reino dos Céus.
No perdão dos pecados, na salvação presente e perfeita e na eterna justificação da alma recebidos gratuitamente de Deus pela fé no sacrifício efetuado por Jesus Cristo em nosso favor.
No batismo bíblico em águas, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, conforme determinou o Senhor Jesus Cristo.
Na necessidade e na possibilidade que temos de viver vida santa mediante a obra expiatória e redentora de Jesus, através do poder do Espírito Santo.
No batismo bíblico no Espírito Santo que nos é dado por Deus mediante a intercessão de Cristo.
Na atualidade dos dons espirituais distribuídos pelo Espírito Santo à Igreja para sua edificação, conforme a sua soberana vontade.
Na Segunda Vinda de Cristo.
Que todos os cristãos comparecerão ante o Tribunal de Cristo.
No juízo vindouro que recompensará os fiéis e condenará os infiéis.
E na vida eterna para os fiéis e morte eterna para os infiéis.